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Vespa
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HIMENOPTEROS 1 - VESPAS E ABELHAS

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Introdução  
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Quando falamos destes insetos nos referimos por abrangência à ordem Himenoptera, que inclui ainda as formigas, que serão objeto de nosso interesse em próximo fascículo.
São cêrca de 150.000 espécies das quais a maioria compreende insetos úteis para o homem. Há casos entretanto em que estes insetos constroem seus ninhos muito próximos do homem, tornando o local inabitável. As ferroadas de vespas e abelhas são uma experiência dolorosa, e para algumas pessoas as conseqüências podem ser muito sérias, resultando em grave reação alérgica ou morte. Quando  nos deparamos com um problema desta natureza, temos basicamente dois caminhos a seguir: chamar um técnico em Contrôle de Pragas que se encarregará de solucionar o problema com o uso de produto químicos; ou, ainda, somente no caso de abelhas, pedir auxilio a um apicultor que poderá eventualmente fazer a retirada da colméia par seu próprio uso. Há casos porém em que não é possível fazer a retirada como um grande enxame que se alojou na entrada de um depósito de explosivos. A fumaça necessária durante a retirada é gerada por calor que provocaria um alto risco de explosão. Optamos pela retirada com auxilio de inseticidas utilizando um equipamento que também não provocasse riscos. Como já foi dito anteriormente, os insetos da ordem Himenoptera são, em sua maioria, insetos úteis e só se justificam medidas de controle quando sua presença ou excessiva proximidade se transforma num risco à segurança do homem.
VESPAS  
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Entre as vespas há as espécies sociais, que desenvolvem uma estruturas tipo familiar, e as solitárias. As vespas constroem seus ninhos com cera, terra, fibras, vegetais, etc. e geralmente os localizam em paredes, sob janelas, nos fôrros de casas, em árvores ou partes altas em geral. São insetos holometabólicos, ou seja, de metamorfose completa. A fêmea põe os ovos em alvéolos ou células onde as larvas serão alimentadas pela própria fêmea, e mais tarde pelas operárias
ABELHAS
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É extraordinária a importância das abelhas (Apis melifera) na polonização das flores, concorrendo grandemente para o aumento da produção de frutos e flôres de plantas cultivadas. Vivem em colônias sociais com 20.000 a 80.000 indivíduos. Dividem-se em operárias, rainhas e zangões. As operárias são fêmeas destinadas ao trabalho que possuem seus ovários atrafiados. Vivem de 60 dias até seis meses. A rainha é a única fêmea fértil na colméia e pões de 2.000 ovos por dia e vive cêrca de 4 anos. Nasce de um ovo de operária comum, porém até atingir sua forma adulta é alimentada com geléia real. Como resultado seus ovários desenvolvem-se extraordináriamente, tornando-a facilmente distinguivel das demais. São vários os produtos das abelhas: o mel, a cera, a geléia real, o polén (polinização), o própolis e o veneno. Todos os produtos citados são naturalmente conhecidos e não merecerão destaque. O veneno é o que mais interessa quando falamos de segurança do homem no seu trabalho.
O VENENO - TRATAMENTO - CONTROLE  
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Uma referência em um trabalho de B.E.CHIPPS e outros (1980) intitulado "Diagnosis and treatment of anaphilactic reactions to Hymenoptera stings in children", informa que cêrca de 40 mortes ocorrem todos os anos nos EUA resultantes de ferroadas destes insetos. As reações decorrentes de acidentes desta natureza são variáveis e tanto vespas como abelhas podem produzir os mesmos problemas. A única diferença a ser considerada é a maior possibilidade de transmissão de doença que recai sobre as vespas, pois estas não perdem o ferrão como a abelha, podendo desta forma, servir como vetor de diversas doenças   ao homem. Entre as abelhas, somente as operárias possuem o ferrão e ao atacar, deixam-no em sua vítimas juntamente com a bolsa de veneno e os intestinos. O ferrão possui farpas que, com a movimentação dos músculos, se aprofunda nos tecidos, permitindo uma maior descarga de veneno. Os componente do veneno das abelhas são vários e destacamos a histamina, a melitina (responsável pela dor local e inflamação, queda de pressão arterial e efeito paralizador dos nervos) e a Fração F2 que suplementa a ação da melitina e causa a destruição de glóbulos vermelhos no sague.
Os indivíduos atacados  por abelhas reagem de diferentes maneiras e geralmente as pessoas que mais sofrem são aquelas "alérgicas" do ponto de vista crônico. A reação normal é de dor e suor seguidos de coceira local e calor. Se o local atingindo for o pescoço ou a garganta pode se tornar um caso mais grave; uma infecção secundária também pode criar mais problemas. A reação tóxica ocorre quando há várias ferroadas e a pessoa tem dor de cabeça, febre, cansaço, diarréia, vômitos, inconsciência, espasmos musculares e convulsões. As pessoas "alérgicas"devem procurar um médico imediatamente após um acidente desta natureza pois as consequência são imprevisíveis, correndo inclusive um sério risco de vida. A morte em caso como este pode ocorrer rapidamente. O tratamento de ferroadas de himenópteros constitui-se na administração de adrenalina, geralmente 0,3 a 1 ml endovenosa, sempre a critério do médico assistente. Evitar puxar o ferrão, pois as farpas que envolvem só vão favorecer mais descarga de veneno. Retirar, de preferência com um objetivo cortante para que ele saia por inteiro. A ferida deve ser lavada com água e sabão e aplicado um antisséptico. A aplicação de compressas frias reduzem a dor local.
A formação de ninhos de himenópteros é rápida, portanto, quanto mais cedo forem tomadas provedências, tanto melhor. A aplicação de inseticidas de ação "Knock down" é preferível, pois ao se sentirem ameaçados, os insetos virão ao encontro do "agressor". De qualquer forma, recomendamos o uso de equipamento de segurança nestes casos - chapéu com véu, luvas, calças compridas e camisas de manga comprida - para previnir um eventual ataque durante a aplicação do inseticida.
12/6/2002